Uma ave que possui custos baixos no mercado, e de fácil
manejo e muito interessante. É criada com êxito para o comercio de aves ornamentais. Um casal custa em media R$ 40,00. No entanto,
são muito barulhentas e suas instalações devem ser localizadas em áreas distantes de outras criações que exijam silêncio.
No Brasil, a galinha d'Angola tornou se popular e tem sido criada há muito tempo pelo sabor de sua carne, que muitos consideram melhor que a da galinha. Porém, sua criação para fins ornamentais ainda é uma novidade e vem sendo testada e aprovada em algumas propriedades.
Da ordem dos galliformes, esta ave se adaptou muito bem ao clima do país é consideradas ótima no controle biológico devido ao costume de se alimentar de formigas, lagartas, cobras e insetos.
Originaria da África, a galinha d'Angola é dividida em três espécies: a branca, a cinza-azulada e a pintada, muito comum em criações populares destinadas ao corte. Esta espécie não é recomendada para criações ornamentais, pois não possui raça pura e é rejeitada no comércio.
Suas características físicas variam de acordo com a raça. Elas possuem uma parte óssea junto à cabeça, conhecida popularmente como chifres. Algumas apresentam ornamentas de penas alongadas no peito. A espora está presente nos machos adultos. Possuem bicos curtos e fortes, próprios para ciscar.