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Bovino de corte


Aparelho digestivo

Fisiologia e Anatomia do Aparelho digestivo

O estômago

O trato digestivo dos ruminantes adapta-se bem à digestão de celulose, o que não ocorre com a maioria dos outros mamíferos. O estômago dos poligástibricos dá lugar a importantes transformações dos alimentos.

No rúmen, no retículo e no abomaso ocorre uma pré-digestão desenvolvida, pelas bactérias, fungos e protozoários que vivem em simbiose com os ruminantes.

Nos pré-estomagos ocorre à degradação de proteínas e dos carboidratos alimentares.

Os microorganismos, reproduzem-se e morrem rapidamente e são objetos de uma verdadeira digestão no abomaso, sendo o produto totalmente aproveitável pelo organismo, uma vez que possuem gorduras, carboidratos, proteínas, sais minerais e vitaminas. Os microorganismos mais importantes no rumem são as bactérias. A flora aumenta extraordinariamente depois de uma alimentação rica em carboidratos. As bactérias desdobram a celulose.

A partir de compostos nitrogenados minerais, de compostos sulfurados, as bactérias são capazes de sintetizar aminoácidos essenciais para as espécies que não são ruminantes.

Diversos fatores influem nesse processo, tais como quantidade e natureza (qualidade) das proteínas da ração, quantidade de carboidratos ingeridos, uréia, minerais, forragem bruta ou concentrada, idade do animal, etc.

O Abomaso é o verdadeiro estômago dos ruminantes, rico em glândulas que secretam HCL, pepsina e grande quantidade de renina (lab-fermento) nos animais jovens, as proteínas iniciam a sua digestão como também as gorduras e carboidratos.

Nos ruminantes jovens (aproximadamente 3 meses), os pré-estomagos não estão totalmente desenvolvidos e até essa idade esses animais são verdadeiros monogástricos, funcionando o abomaso como seu principal e mais importante órgão na digestão.

Considerações Gerais

A máquina animal

Os animais são explorados como verdadeiras máquinas transformadoras de matéria prima - os alimentos, em produtos de alto valor biológico, carne, leite, ovos ou em produtos tais como lã e trabalho.

A máquina animal necessita de energia para o seu funcionamento e empregam essas substancias, para o desenvolvimento de seus tecidos e órgãos, elaboração de produtos transformados. As máquinas animais mesmo sem nada produzirem, precisam ser mantidas e durante esse período consomem energia.

A matéria prima empregada na exploração, destina-se, desse modo, a dois fins:

- Mante-la em funcionamento durante toda a sua vida, do nascimento à morte, e fornecer-lhe material a ser transformado em produtos utilizados pelo homem.

- Na exploração, a economia de produção consistirá, principalmente, em reduzir seus períodos de atividade ociosa, porque mesmo nesses períodos, permanecem consumindo alimentos e efetuando outras despesas, tais como com drogas e medicamentos, vacinas, mão-de-obra, etc.

Os animais, sob muitos aspectos, para seu funcionamento, dependem consideravelmente das condições que a rodeiam. Seus melhores rendimentos dependem, extremamente, de seu potencial e da capacidade de se adaptarem a essas condições circundantes. Para maiores rendimentos deve-se:

- Conhecer suficientemente com respeito ao seu potencial e as condições que requerem para melhor desempenho;

- Propiciar condições apropriadas que se adaptem às suas exigências, dentro de uma economia sustentável.

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