Por ser uma planta aquática, que exige água corrente. Nem todos poderão cultivá-la.
Para a sua cultura, cava-se um buraco plano de uns 25 cm. de profundidade; coloca-se no fundo a primeira camada de 10cm. do solo que foi cavado e amontoado ao lado. Esta porção de terra deverá ser misturada com esterco de curral bem curtido na proporção de 10 kg/m2 de canteiro.
No geral, a multiplicação é feita por meio de estacas, isto é, por meio de pedaços de hastes fortes, plantadas de 15 a 20 cm uma da outra. Deixa-se depois entrar água, que não mais é retirada; com o crescimento das plantas, procura-se ir aumentando a altura da água.
O primeiro corte é feito 40 dias depois da plantação e os seguintes, espaçados de 25 dias. Uma boa agrieira suporta até 4 cortes. Os melhores cortes são os de época fria. No verão, há tendência para florescimento, diminuindo o tamanho das folhas.
Pode-se também fazer a multiplicação do agrião por meio de sementes. A sementeira é feita pelos métodos comuns, tendo-se o cuidado de pulverizar bem a terra do canteiro, porque as sementes são muito miúdas. Com 8cm. de altura leva-se as mudas para as agrieiras.
Já o “agrião de terra seca” ou “mastruço” é consumido como salada, servindo ainda para enfeitar certos pratos. É bastante picante ao paladar.
Prefere os meses mais frescos do ano, e a semeação é realizada no local definitivo, a lanço, em linhas espaçadas de 10 cm. As colheitas são feitas tal como no caso do agrião de água, suportando alguns cortes.