Esta atividade, se for controlada em termos de manter uma boa qualidade da água e manejo adequado, não deverá oferecer riscos com doenças, já que o ataque de organismos patogênicos é extremamente raro.
É um aspecto proporcionado por condições estressantes do meio ambiente, onde o camarão sofre vaso constrição periférica, tomando opaca sua musculatura.
Estas condições podem ser causadas por variações bruscas de temperatura, pH e falta de oxigênio, entre outros fatores, que levam o camarão à morte por necrose muscular.
A boa aclimatação das pós-larvas no povoamento, regulação correta do fluxo de água nos viveiros e manutenção de um bom manejo, são de suma importância para evitar o aparecimento destas condições estressantes.
Manchas escuras na casca do camarão (exoesqueleto) evidenciam a presença de bactérias quitinolíticas e/ou fungos que só atacam o camarão a partir de lesões pré-existentes no corpo.
Pequenas infecções deste gênero, geralmente, não levam o camarão à morte. Porém, depreciam muito sua apresentação no mercado consumidor.
Para prevenir o aparecimento deste patógeno, recomenda-se o estabelecimento de densidades de estocagem em níveis suportáveis. Desta forma, evita-se a agressão entre os camarões, o que não os predispõem à doença através de lesões.